CONFEPAR consolida ciclo de reestruturação e fortalece representação dos conferentes no Porto de Paranaguá

Entre 2023 e 2025, atual gestão promoveu modernização administrativa, ampliou segurança da sede, firmou convenções coletivas e garantiu aumento real na renda média dos TPAs conferentes.

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“Fortalecemos a instituição, ampliamos a representatividade e mostramos que gestão sindical também exige planejamento, responsabilidade e visão de futuro”, disse o presidente Antunes. Foto: Divulgação

Estado do Paraná (CONFEPAR) passou por um processo amplo de reestruturação administrativa, modernização estrutural e fortalecimento político. A atual gestão investiu na recuperação da sede, na melhoria das condições para os associados e na consolidação da representatividade institucional da categoria.

Para o presidente do sindicato, José Eduardo Antunes, o período foi marcado por organização, responsabilidade financeira e valorização da categoria. “Assumimos com o compromisso de reorganizar a casa, fortalecer a representação sindical e dar mais segurança aos conferentes. Hoje temos uma sede estruturada, contas equilibradas e uma categoria mais valorizada”, afirma.

Reestruturação da sede e mais segurança

A modernização começou pela própria estrutura física. Um enxame de abelhas que permanecia há anos no salão superior da sede, localizada na Rua Nestor Victor, foi removido, eliminando um risco constante. Em seguida, foram realizados investimentos estruturais: pintura interna e externa, aumento da altura dos muros, instalação de iluminação no pátio traseiro, portão eletrônico na entrada do prédio e instalação de câmeras de segurança externas, além da substituição das internas.

Também foram trocadas luminárias e tomadas de todo o prédio, reformadas persianas e banheiros, além da modernização da cozinha com novos móveis, geladeira, cooktop e micro-ondas.

Outro ponto de impacto financeiro foi a redução significativa da conta de água, que caiu de cerca de R$ 3 mil para R$ 400 mensais após a identificação e correção de um vazamento que persistia havia meses.

“Foi um trabalho de gestão mesmo. Revisamos contratos, corrigimos desperdícios e organizamos as finanças. O sindicato precisava funcionar com eficiência e transparência”, destaca Antunes.

Melhoria das condições para os associados

A gestão também investiu na estrutura de uso coletivo. Foram adquiridas longarinas para assembleias, cadeiras para a mesa de reuniões, televisores para uso dos associados e monitoramento interno, novos computadores e ventiladores de maior potência.

Itens básicos para eventos sociais, como pratos e talheres, também foram adquiridos, além da recuperação de estofados históricos que estavam abandonados.

A modernização incluiu ainda a criação do site institucional e da rede social do sindicato, ampliando a visibilidade das pautas da categoria e da importância da atividade de conferência de carga e descarga no Porto de Paranaguá.

Além disso, houve migração dos sistemas para a nuvem, garantindo mais segurança de dados, melhor desempenho operacional e redução de custos.

Fortalecimento político e jurídico da categoria

No campo sindical, o período foi marcado por avanços significativos. O CONFEPAR filiou-se à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e à Federação Internacional dos Trabalhadores em Transportes (ITF), ampliando sua representatividade nacional e internacional.

Foram assinadas duas Convenções Coletivas de Trabalho com o Sindicato dos Operadores Portuários do Estado do Paraná (SINDOP), garantindo segurança jurídica e um aumento real na renda média do Trabalhador Portuário Avulso (TPA) conferente.

“Negociação coletiva exige firmeza e responsabilidade. Conseguimos assegurar aumento real de renda e segurança jurídica para os trabalhadores. Isso muda a vida das famílias dos conferentes”, afirma o presidente.

A diretoria também atuou de forma ativa junto ao Órgão de Gestão de Mão de Obra do Trabalho Portuário de Paranaguá (OGMO Paranaguá). O presidente Antunes passou a integrar o Conselho de Supervisão e a Comissão Paritária, enquanto o diretor administrativo-financeiro, Accacio Fernandes Netto, atuou como instrutor nos cursos de formação.

Renovação do quadro e projeção institucional

Outro marco foi a renovação do quadro associativo, com a entrada de 18 conferentes oriundos do processo seletivo externo e seis do processo seletivo interno do OGMO –estes últimos migrados do Sindicato do Bloco.

A diretoria intensificou ainda a participação em eventos sociais, políticos e sindicais, ampliando o reconhecimento institucional do sindicato.

Em 2025, a atuação institucional do CONFEPAR também ganhou projeção para além do âmbito local. Em junho, o presidente José Eduardo Antunes foi eleito 1º Vice-Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) no Paraná, ampliando a participação da categoria nas discussões estaduais do movimento sindical. Dois meses depois, em agosto, assumiu ainda a função de Secretário Adjunto de Políticas para a Economia do Mar da CTB Nacional, inserindo os TPAs e marítimos de Paranaguá no debate estratégico sobre desenvolvimento portuário, trabalho marítimo e políticas públicas voltadas à economia do mar em nível nacional.

Para Antunes, o saldo do biênio é claro. “Fortalecemos a instituição, ampliamos a representatividade e mostramos que gestão sindical também exige planejamento, responsabilidade e visão de futuro. O CONFEPAR está mais organizado, mais seguro e mais respeitado”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Fotos: Divulgação

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